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Sábado, 24 de outubro de 2026 Maceió
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Fundos pagam US$ 5,65 bilhões por rede de marinas; o Brasil tem 641 mil barcos de lazer

A Blackstone comprou 138 marinas nos EUA. Aqui, a frota de esporte e recreio cresceu 14,4% em três anos, segundo dados da Marinha.

Por Redação Exclusive Alagoas ·
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Linhas horizontais e vidro contínuo desenham o perfil do casco ao entardecer, num mar sem vento
Linhas horizontais e vidro contínuo desenham o perfil do casco ao entardecer, num mar sem vento · Foto: Divulgação/azimutyachts.com (ilustração do projeto)

US$ 5,65 bilhões. Foi o valor aproximado que a Blackstone Infrastructure pagou pela Safe Harbor Marinas, a maior operadora de marinas dos Estados Unidos, com 138 unidades.

Na Europa, a CVC Capital Partners vendeu a D-Marin, que opera marinas na Croácia e no Mediterrâneo, para a InfraVia Capital Partners. O negócio foi avaliado em pouco mais de € 1 bilhão, cerca de 15 vezes o Ebitda, que é o lucro da operação antes de juros, impostos e depreciação.

Píeres em espinha de peixe guardam centenas de embarcações lado a lado, num porto de águas profundas
Píeres em espinha de peixe guardam centenas de embarcações lado a lado, num porto de águas profundas · Foto: Muhammed Gündüz/Pexels

A frota brasileira

O Brasil tinha mais de 641 mil embarcações de esporte e recreio com registro válido na Marinha em 2023. Em 2020, eram cerca de 560 mil. A frota cresceu 14,4% em três anos.

Os barcos que chegam ao mercado

O São Paulo Boat Show, encerrado em 29 de setembro, levou mais de 160 barcos ao público. Mais de 40 deles tinham entre 30 e 40 pés, algo entre 9 e 12 metros.

Em Itajaí, Santa Catarina, os estaleiros trabalham em projetos de maior porte. A Azimut constrói ali um iate de 30 metros, dentro de um ciclo de investimento de R$ 120 milhões até 2028.

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