Fundos pagam US$ 5,65 bilhões por rede de marinas; o Brasil tem 641 mil barcos de lazer
A Blackstone comprou 138 marinas nos EUA. Aqui, a frota de esporte e recreio cresceu 14,4% em três anos, segundo dados da Marinha.
US$ 5,65 bilhões. Foi o valor aproximado que a Blackstone Infrastructure pagou pela Safe Harbor Marinas, a maior operadora de marinas dos Estados Unidos, com 138 unidades.
Na Europa, a CVC Capital Partners vendeu a D-Marin, que opera marinas na Croácia e no Mediterrâneo, para a InfraVia Capital Partners. O negócio foi avaliado em pouco mais de € 1 bilhão, cerca de 15 vezes o Ebitda, que é o lucro da operação antes de juros, impostos e depreciação.

A frota brasileira
O Brasil tinha mais de 641 mil embarcações de esporte e recreio com registro válido na Marinha em 2023. Em 2020, eram cerca de 560 mil. A frota cresceu 14,4% em três anos.
Os barcos que chegam ao mercado
O São Paulo Boat Show, encerrado em 29 de setembro, levou mais de 160 barcos ao público. Mais de 40 deles tinham entre 30 e 40 pés, algo entre 9 e 12 metros.
Em Itajaí, Santa Catarina, os estaleiros trabalham em projetos de maior porte. A Azimut constrói ali um iate de 30 metros, dentro de um ciclo de investimento de R$ 120 milhões até 2028.


